SOBRE DEUS.
Deus não deve ser confundido com a natureza.
Pois, Deus é divindade absoluta. Poder supremo, ordem superior. Regente e intranscendente. Existe em si mesmo. Unidade absoluta de si mesmo.
Já a natureza é fenômeno, é transcendência num deixar de ser constante, ínfimo e infinito.
Deus não está dentro do ser. Não faz parte da natureza do ser.
Pois o que está dentro do ser é o seu próprio universo vital, o seu propósito existencial, seus poderes e seu espírito que foi fecundado juntamente com a sua vida.
O ser carrega consigo o direcionamento programado da existencialidade da vida, regido pelo poder divino.
Mas, o poder divino não é Deus.
Deus é um ser superior.
O seu poder divino que está nas coisas, na vida, na existencialidade, na realidade e na ordem superior.
O espírito é ser sem matéria. Desloca-se no espaço principalmente quando fora do corpo, após falecimento da materialidade do corpo vital do ser.
Mas pode sair do corpo enquanto o ser dorme.
O espírito possui inteligência, personalidade, caráter, direcionamento da sexualidade que o ser vivo possui. E medo principalmente da cruz.
A metafenomenia não é Deus e não é a natureza. Mas Deus é metafenomênico.
A metafenomenia é o poder, o propósito existencial, o espírito, a imanência.
CATEGORIAS DA REALIDADE.
Assim, temos três categorias da realidade.
1- Divindade absoluta. Intranscendente e poder supremo.
Que não está dentro do ser, mas sim se encontra em si, sem corpo e sem materialidade, mas ge sobre os poderes, sobre a metafenomenia, vida, propósitos, existencialidade, fenômenos e natureza. Regedor do universo.
2- Metafenomenia [rege os fenômenos].
3-Fenômenos e espíritos.
A mente e o corpo são regidos por elementos anteriores a eles.
Que é.
1-Poder e potencialidade vital.
2-Universo vital.
3-Direcionamento vital.
Estes elementos determinam que ativamos o pensamento naturalmente, como ativamos o batimento do coração. Como produzimos lágrimas ao ficarmos tristes, ou mesmo que produzimos salivas ao comermos. E vários outros fenômenos vitais, psíquicos e fisiológicos.
Ou seja, a vida tem a sua própria racionalidade, e anterior a mente há o direcionamento vital e o universo vital.
Como também as metabolizações, as produções de energia pelos ribossomos são regidas pelo universo vital e poder vital.
A mente não faz o coração bater. Mas o que faz o coração bater é o universo com a sua própria racionalidade. Por isto que ele bate normalmente porque está programado para funcionar. E o seu funcionamento inclui o seu batimento.
Aqui temos uma unificação entre a vitalogia, biologia, fisiologia e psicologia.
Assim, mente e bioquímicas são substâncias diferentes. Que são regidas por uma terceira substância que é o poder e o universo vital.
[As origens e categorias do universo vital foram tratadas anteriormente, neste mesmo tratado].
Mente, corpo, e metabolizações estão correlacionados, mas são elementos diferentes, e são regidas por um terceiro elemento. Que é o poder e o universo vital.
A produção da mente altera os processos biofísicos e bioquímicos do cérebro. Porém, eles são ativados pelo universo vital que compõe toda a vitalização que é inserida de direcionamento e programação vital.
Antes de qualquer forma de conhecimento da mente existe o conhecimento e a racionalidade do universo vital, que rege o processamento e o desenvolvimento da vida através da transcendentalidade rumo à perpetuação.
O conhecimento do universo vital é um dos conhecimentos de si mesmo. E que pode ser chamado de verdade.
Como forma de conhecimento de si mesmo inclui-se o conhecimento de Deus, do poder, da imanência, e dos espíritos [seres que são gerados durante a fecundação humana e que não tem a sua vida ligada à matéria. E que vagueiam pelo espaço. Após passar pela fase vital [dentro do ser]].
O universo vital é anterior e regedor do inconsciente vital, que produz o inconsciente mental e psíquico.
Só há uma razão absoluta – a divina.
Pois, o divino conhece o propósito, o inicio, o meio e o fim, a eternidade, a universalidade das coisas e sua unidade.
Pois de seu poder surge tudo, surgiu e sugira.
Em todos os lugares e épocas estará.
A racionalidade teleológica, de poderes e do universo vital é uma racionalidade parcial, e não universal e geral.
E da mente é uma pequena racionalidade.
Os espíritos conhecem a matéria, os seres e o medo, pois eles se afastam da cruz.
SOBRE A MORAL.
A moral é a ordem superior que impera e rege o universo vital num sentido e direção rumo a transcendentalidade.
O bem não se mistura com o mal.
O homem é o que é o seu universo vital e o propósito que rege a sua existência.
O homem e o ser são os passageiros no trem da eternidade da vida.
Logo, como o Estado a moral surge de dentro do ser e do que o produz, que é o universo vital, transcendental e teleológico.
O homem e a mulher têm função especificas no universo vital, transcendental, reprodutivo, e com propósito metafenomênico existencial também específicos.
Um não está subordinado ao outro, mas ambos se complementam no universo vital e existencial. Pois, da união de dois se processa a transcendentalidade e tem origem de um novo espírito.
O objetivo primeiro não é a felicidade. Mas,
1-A existencialidade.
2-A transcendentalidade
3-A vitalidade
4-A felicidade.
Dor e o prazer são condições do universo vital se processando dentro do ser. Logo, até a condição do ser é o que está acontecendo dentro do ser.
Pois, a dor é o resultado de algum mau funcionamento vital em que o organismo não está preparado. Principalmente para aquela situação adversa ao bom funcionamento vital. Em que o organismo está programado para funcionar.
E o prazer está relacionado com o outro lado. Em que o universo vital produziu mecanismos para que se realizasse o prazer, a satisfação por metabolizações e produções de hormônios dando uma sensação agradável. E já aceita pelo organismo, universo vital e mente.
O egoísmo é o sentimento que coloca ordem dentro do ser e o direciona para a vida em sociedade.
Ajuda a coordenar a moral, os valores e o Estado.
O egoísmo é a ferramenta vital que matou o socialismo ditatório. Diante de da guerra fria e de várias bombas que não explodiram.
O egoísmo é uma construção da vitalidade para proteção dos ser.
Porem, o homem não vive só, ele precisa de uma companheira e de filhos para sobreviver em sociedade. Completando na família, na moral e no Estado uma necessidade da transcendentalidade vital para a perpetuação da vida..
O universo vital desenvolve o sentimento de fraternidade e proteção. Por causa da necessidade da existência da família. Para ser mantida a transcendentalidade.
Assim, dois sentimentos e a relação entre eles passam a ser o alicerce da moral, da sociedade, do ser e da sociedade. Que é o egoísmo e a fraternidade.
A felicidade surge dentro do ser. E o mais alto índice de felicidade é o nascimento, pois, nesta fase a vida constrói e conclui mais um ciclo do elo da existência. E com o novo ser um novo espírito.
E o menor índice de felicidade é a morte do ser. Mesmo ávida transcendendo.
Assim, a relação entre os sentimentos, a ordem vital com seu poder e direcionamento determinam os desejos e a moral.
Somos o que é o nosso universo vital.
O SER ABSOLUTO.
O ser absoluto é o primeiro e o primário de todos os seres, o de poder eterno, regente e direcionador – o divino.
O homem e o universo vital não chegam e nem chegarão a ser o ser absoluto.
Pois, o homem é o elo passageiro da vida que o produz.
E que ela [ a vida] existe pelo poder, transcendentalidade, imanência e propósito metafenomênico existencial.
Ou seja, antes do homem existe a vida, antes da vida o universo vital.
Antes do universo vital o universo de poderes e potencialidades.
Antes do universo de poderes e potencialidades o propósito [pmfe].
E antes do pmfe a imanência e o divino.
Logo, o absoluto é o primário, e o primeiro – o divino.
1-A vitalização produzida pelo universo vital é uma forma de racionalidade e conhecimento no e do próprio universo vital.
2-O mesmo acontece com o conhecimento do divino.
3-E o conhecimento racional do mental, do homem.
O conhecimento da vitalização é um conhecimento transcendental com objetivo da perpetuação.
Teoria da biologia da potencialidade. [inversão]. Teoria graceliana.
Teoria da evolução graceliana.
Quanto maior for um organismo, menor será a funcionalidade da potencialidade da vitalização.
Esta inversão ocorrerá em todos os fenômenos.
Principalmente. Na renovação celular.
Reprodução. Produção de cheiros e hormônios na sexualidade.
Números e prole e quantidade de reprodução.
Produção de energia pelos ribossomos. Renovação de ribossomos e orgânulos.
Sistemas de reconhecimento, de defeso e ataque.
Locomoção. Mimetismo, e vários outros fenômenos.
Esta inversão ocorre por causa do tamanho e quantidade de matéria que compõe o corpo do ser. Pois a grande quantidade de matéria em funcionamento tende a diminuir a realização e o aprimoramento das potencialidades.
O mesmo acontece com o tempo de vida, pois numa proporção ao peso do ser, o tempo de vida do maior será sempre menor.
Assim, há um entrave, que se dá nesta fórmula.
1-Vida versus matéria em funcionamento.
2-Potencialidade versus matéria em funcionamento.
E que produz um aprimoramento limitado sempre pela quantidade de matéria.
3-Aprimoramento versus matéria em funcionamento.
4-Limitação pela quantidade de matéria.
Conclusão.
1-À proporção que o organismo cresce ele perde potencial de vitalização.
2- a matéria diminui o potencial vital do ser.
O tempo de vida ocorre na razão inversa da quantidade do corpo [matéria em funcionamento].
Assim, a quantidade de corpo em funcionamento diminui o tempo de vida do ser, número de prole, e quantidade de reproduções.
Isto obedecendo ao princípio da inversão pelo peso.
Nesta inversão uma bactéria, ou formiga vive muito mais do que um elefante.
Esta diminuição também ocorre com todos os fenômenos dentro do ser.
1-Assim, há uma limitação e luta dentro da própria vida. Pois a vida trabalha para ser mais complexa, mas ganha quantidade de matéria aumentando o seu corpo.
2-E isto diminui e limita o próprio aprimoramento da vida.
3-O aprimoramento da vida é limitado pelo próprio aprimoramento da vida ao ampliar o seu corpo e quantidade de matéria em desenvolvimento.
4-A essência da vida é se aprimorar.
5-E ao se aprimorar se limita no seu potencial de aprimoramento.
6-O aprimoramento é o limite de si. Através da ampliação da quantidade de matéria e aumento do corpo.
7-A vida obedece a leis e limitações próprias para seu aprimoramento.
ASSIM, FICA A FÓRMULA.
Desenvolvimento dos organismos complexos = aumento de peso e tamanho =
Diminuição do tempo de vida =
diminuição quantidade e intensidade do funcionamento vital =
diminuição decrescente de todos os fenômenos e componentes vitais.
Esta inversão de diminuição obedece a uma proporção geométrica.
TODO DESENVOLVIMENTO PAGA O SEU CUSTO.
ASSIM, É OBEDECIDA ESTA ORDEM.
Mais importante que a primazia dos mais fortes é a reprodução e a sexualidade.
Mais importante do que a reprodução é a renovação celular.
O sistema de defesas e ataques.
O sistema de produção de ribossomos.
É o sistema de ativação do sistema de ativação geral do funcionamento vital durante o sono.
É o sistema de direcionamento vital de todo o sistema.
E todo o sistema é de interação e interelacionado entre si e funcional para a produção e aprimoramento da vida.
Conclusão.
1-Assim, a vida é uma essência única, e elemento único no universo de elementos de realidades.
2-A vida independe da matéria, mas se desenvolve nela. E a própria matéria serve como limitação ao próprio aprimoramento da vida.
3-A vida tem por essência para se desenvolver – se aprimorar.
A essência da vida é se aprimorar.
Assim, há um propósito metafenomênico existencial interno quanto externo da existencialidade, que se faz presente através da vida, do poder, do aprimoramento e da existencialidade.
Este propósito não é Deus, mas a própria natureza metafenomênica. Porém, vem de Deus.
Como já foi visto. Este tratado não é idealista ou materialista, não vai em direção ao racionalismo e psicologismo.
Mas é.
1-Craciológico.
2-Transcendentalista.
3-Imanencista.
4-Teleológico.
5-Fenomenalista.
6-Aprimoralista.
7-Fenomenalista.
8-Metafenomelista.
9-Direcionalista por programação.
10-Existencialista como fundamento e essência da realidade.
11-Ordenalista – vai de encontra a uma ordem e programação da vida e do universo.
12-Unicista e universalista.
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