METAPSICOLOGIA GRACELIANA – segunda parte.
Teoria da vital-psico-existencialidade.
Psicovitalidade e psicofenomenalidade.
Autor – Ancelmo Luiz graceli.
Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.
Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.
ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Colaborador. Márcio Piter Rangel.
Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.
Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.
SENTIDO DA PRODUÇÃO DA VIDA.
PODER E DIRECIONAMENTO PROGRAMADO.
A vida é feita e programada para se renovar e se aprimorar. Isto faz parte da natureza da vida.
O objetivo e [a essência] da vida é mantê-la em funcionamento, para isto que a vida produz infinitos mecanismos para manter a vida.
Mecanismos como. Imunidade, anticorpos, reconhecimento de ataques por vírus e bactérias, renovação celular, aprimoramento funcional e vitalpsíquico, inteligência vital, mente, cérebro, metabolismo, reprodução, mimetismo, etc.
Ou seja, é uma engenharia que funciona na sua essência de ser.
Não somos resultado de uma evolução materialista, mas de poderes vitais, potencialidades, inteligências metafenomênicas que rege, programa coloca em funcionamento e programa para se aprimorar.
Logo, a matéria não teria tamanha inteligência. E o acaso não construiria tamanha engenharia e obra. Voltada para funcionar, se aprimorar e transcender.
O psíquico, o reconhecimento vital, a inteligência vital são mecanismos criados pela vida para desenvolverem funções específicas em favor da vida. A mente é um mecanismo como qualquer outro órgão que tem função e essência de ser no universo vital.
Os sentimentos, as emoções, os instintos, o eu também têm a sua função em prol da vida.
Ou seja, a matéria, a evolução não construiria tamanha e infinita engenharia e obra de poderes, potencialidades, funções, aprimoramentos e programação para funcionar. Logo, é metafenomênica o propósito da vida, da mente e da existencialidade.
É um sistema de transformação química, renovação celular, renovação de órgãos e orgânulos, aprimoramento funcional e direcionamento psíquico.
Cada célula que compõe um corpo é um ser que pensa, tem sentidos e instintos e direcionamentos vitais e funcionais.
Cada célula tem em si registrada todas as funções que podem realizar, porem só realizam aquela função naquela situação em que se encontra.
E se tiver algum mau funcionamento a própria célula está programada para detectar este mau funcionamento e tem a potencialidade de resolver o problema.
As células e orgânulos têm programação vital e existencial para realizar funções vitais e psíquicas.
Elas nascem, se renovam e transcendem às outras a programação vital e psíquica.
Os sentidos, os instintos e inteligência das células não são os mesmos do ser vivo, porém têm uma função especificas na produção e manutenção da vida.
A vida é uma essência que a célula carrega consigo.
A célula não é só o orgânulo, mas sim todo seu universo de funções vitais e potencialidades de sentidos.
Ou seja, o ser é o conjunto de infinitos, ínfimos de seres em renovação.
Quando um animal pega um vírus, primeiro é feito o reconhecimento depois é produzido anticorpos para atacá-los.
As células trabalham em conjunto e se protegem em conjunto. E todas possuem as potencialidades que as outras possuem.
A psiquê também faz parte do universo vital das células.
Há um fluxo de aceleração e desaceleração, de intensidade de funções nos processos e metabolizações bioquímicas e biofísicas do organismo.
E também no psíquico.
Qualquer célula está apta a produzir outros seres, se reproduzir. [isto já foi provado na clonagem].
E todas atacam e se defendem e tem potencialidades para se aprimorarem, em todas as funções.
Assim, cada célula e orgânulo são um ser. E a própria vida é um ser próprio.
Assim, vemos que a vida tem algo a mais que a evolução, pois do nada ou da matéria não surgiria tantos poderes, potencialidades, programações, direcionamentos, engenharia funcional, funcionalidades, metabolizações, imunidades, produção de energia, sentidos, instintos, racionalidade vital, psiquê, capacidades de reprodução e regeneração e renovação de células, orgânulos, órgãos, e aprimoramentos.
E infinitas células-seres se unirem entre si para formar um gigante ser. Que são os seres vivos [animais e vegetais]. Pois, eles têm a capacidade de interagiram melhor na união e na aproximação entre eles, formam dos seres.
Ou seja, a vida se protege na aproximação das partes menores [células], melhora a interação e o aprimoramento vital da vida nas células.
Assim, a vida é constituída de.
1-Um regimento de um poder superior.
2-Tem o seu próprio poder.
3-Desenvolve potencialidades.
4-Possui um propósito para existir.
5-Tem uma programação e engenharia funcional, transcendental.
6-Tem uma racionalidade própria.
7-Tem uma potencialidade própria para se aprimorar.
8-Procura a melhor forma de interação, para manter-se na sua existência.
Assim, o objetivo racional e existencial das células é se unirem, interarem-se para transcenderem em novos seres e descendentes, e com as mesmas e aprimoradas funções.
Ou seja, o ser vivo só é um ser com muitas células por que a vida achou melhor a união de varias células e de varias funções produzindo um só ser com uma imensa quantidade de células por que ela achou melhor para a sua sobrevivência e existencialidade. Assim, em um ser vivo há infinitas células-seres, e cada uma com a sua função.
E cada vida em cada célula é um ser.
As células têm a programação e direcionamento da produção da vida, que promove a produção, manutenção, defesa, interação, regeneração, renovação, reprodução, aprimoramento, e transcendência da vida.
Uma evolução doa caso, da materialidade não criaria isto tudo nas células [nada surge do nada].
A vida surge de um propósito maior, pois por trás da vida está a necessidade da existencialidade. Pois vemos uma engenharia química, física, estrutural, variável, em aprimoramento que trabalha em prol da vida e da existência.
Pois o ser, primeiro é a existência. Depois a vida com seus poderes e potencialidades.
E por fim a estrutura que os mantêm em pé.
Porém, a vida em seres menores possuem maiores condições de potencialidades [ver biologia da inversão graceliana]. E os espíritos que vivem sem a matéria e vivem mais.
Assim, as células carregam com elas a essência da vida. Porem a vida é uma coisa e a estrutura é outra coisa.
Assim, cada célula é um ser e cada vida em cada célula é um ser.
Assim, a vida é um poder é um universo que envolve potencialidades, poder, engenharia, metabolizações, racionalidade, etc.
E que possui a sua própria psiquê de reconhecimento de invasores ao seu sistema e passa a construir anticorpos para ataca-los.
Ou seja, a vida possui a sua vertente e sentido existencial, sua psique vital em que a essência da vitalização é manter a vida em funcionamento e aprimoramento.
Logo, dizer que a matéria evolui para construir a vida é dizer que a matéria possui em si e imanente a essência da vida. E como dizer que a sobre a racionalidade vital, da engenharia física, química, psíquica, elétrica, estrutural, metabólica e de aprimoramento que envolve a vida. Ou seja, só um poder superior, um propósito supremo para reger todo este universo de potencialidades e engenharias.
E junto com as potencialidades e engenharias há uma psiquê vital que rege a vida para sua existencialidade.
ASSIM, A ESSÊNCIA DA PSIQUÊ NÃO ESTÁ NO INCONSCIENTE, MAS SIM, NO PSIQUÊ VITAL DA PRODUÇÃO DA EXISTENCIALIDADE.
Se formos classificar a inteligência e o poder.
O divino [que tudo rege].
O vital [que tudo reconhece].
O biológico [que tudo processa e metaboliza]
O psíquico [que trabalha e é uma ferramenta da vitalidade].
TEORIA DA VITAL-PSICO-EXISTENCIALIDADE.
A VITALIDADE CRIA O EU E A MENTE, E CRIA O SER E SUA PERSONALIDADE PARA UMA FUNÇÃO EXISTENCIAL.
O inconsciente vital, natural e inato e imanente surge e é uma programação e produção do universo vital.
O universo da realidade cria o eu.
E o eu é um estágio do universo da realidade.
O eu e o inconsciente que programa, produz e estrutura o ser no universo existencial.
A terapia é situar o ser no universo como ser existente e com função transcendental, vital e para ser feliz. É o auto conhecimento de si no universo existencial.
A vitalidade processa e produz o eu que já foi programado anteriormente para tornar-se aquele ser e fenômeno. Ser feliz, existir e transcender para o futuro.
A essência do eu não está na mente, no psíquico, mas sim, nos universos da realidade, na vitalidade e na sua função transcendental, para cumprir o seu propósito existencial.
Que se encontra imanente no vital-inconsciente recebido do passado, processado no presente, e com função vital-inconsciente para tornar-se realidade no futuro, ou seja, função também transcendental.
Assim, a vida, a existência, o eu têm função de manter o passado, processar-se com estágio e elo vital-psíquico-existencial no presente. E tem função imanente existencial e metafenomênico de transcender-se para o futuro.
E ainda se aprimorar. E o aprimoramento faz parte da essência de sua natureza
Assim, a terapia é situar o ser como componente do universo, e sua função como elemento fundamental da realidade.
Sempre exaltando o ser que existe dentro da pessoa.
SETE UNIVERSOS FUNDAMENTAIS DA REALIDADE.
1- Universo divino e espiritual.
2-Universo vital e de potencialidade.
3-Universo biológico e metabólico.
4-Universo mental, racional.
5-Universo dos sentidos.
6-Universo físico e transcendente.
7-Universo químico – de estruturas e matéria.
Assim, a essência do eu não é o inconsciente, ou conscientes, pulsões ou líbido.
Mas, sim, é o universo vital que programa e produz este eu.
E o eu é o objeto deste universo, e não o sujeito, ou seja, a essência não está só dentro do ser. Mas sim, o ser e o eu é uma consequencia deste universo vital-psíquico-existencial.
Que inclui todo, antes, no momento, depois que determina o eu.
E o eu tem uma função transcendente no universo da vitalidade e das funções vitais e psíquicas.
Assim, a essência aqui é o eu e o ser no universo, na vitalidade, na funcionalidade, na transcendentalidade e na existencialidade.
Ou seja, a essência não é o psiquismo e a consciência, ou inconsciência, ou sexualidade.
1-É o ser vital e não psíquico.
2-É o ser transcendental e não inconsciente e consciente.
3-É o ser existencial e não na sexualidade.
O eu não está só na mente, mas sim, em todo universo vital que constitui o ser.
Se o sofre uma do todo o ser também sofre. Pois a dor faz parte de todo seu corpo e circula todo sistema de nervos.
O prazer não se realiza só no cérebro, mas em todo universo vital, funcional, metabólico, biofísico e bioquímico, mas também o transcendental e o existencial que está inserido no ser.
A natureza vital é o mais importante do ser, pois aí se encontra o direcionamento, programação e funcionalidade geral do eu e da existencialidade.
Pois, também se programa, projeta, assimila, processa e aprimora os instintos, sentimentos, racionalidade, eu, personalidade e a transcendentalidade do ser.
O universo psíquico tem o centro programador, provedor e assimilador de todos os elementos da mente.
A transcendentalidade é o projeto e programação do ser e da mente para o futuro, para isto ele já desenvolve e aprimorou a reprodução, a sexualidade, os hormônios, renovação celular e órgãos, etc.
O QUE REGE A MENTE É UMA RACIONALIDADE VITAL-PSÍQUICA-EXISTENCIAL
Ou seja, o que rege a mente é uma racionalidade vital-psíquica-existencial. E que rege e produz o inconsciente vital, o consciente, o eu, a personalidade e os comportamentos.
Os sentimentos e instintos e emoções.
Ou seja, por trás da psique há uma programação, um projeto, um propósito voltado para funcionar e transcender.
O inconsciente também é uma racionalidade.
Assim, a essência do eu não está no inconsciente ou consciente, mas sim, na natureza vital e sua racionalidade e que produz o eu transcendental, funcional, psíquico, e existencial.
Ou seja, a psique não é só inconsciente, mas também inconsciente vital e racional-vital-psíquico-existencial.
Como também não está só na mente, mas se processa em todo seu ser, corpo e funcionalidade.
E também em seu universo anterior [imanente], momentâneo [processamento], e posterior [propósito transcendental e existencial].
Por isto que é universal, vital, transcendental e existencial.
Está além de seu ser, do seu psiquismo, e todo ao mesmo tempo inserido nele. Assim, para ficar concentrado pode-se falar que há um universo geral agindo e produzindo o eu. Que produz o eu, projeta-o e o lança para o futuro.
Gug 4 [ grande unificação graceliana 4] – o eu é o complemento e a interação de vários universos.
Assim temos. Poderes e potencialidades.
1-Vitalização.
2-Transcendentalidade.
3-Existencialidade.
1-O eu existe num mundo de poderes e é produto deles.
2-A vitalização é uma consequência dos poderes e que produz e hospeda o eu.
3-O eu é mais uma ferramenta do universo vital e transcendental.
4-A consciência e a inconsciência de si no mundo são elementos em favor da continuidade da vida e existencialidade no mundo.
5-A mente não é regida por uma inconsciência, ou sexualidade, mas por uma racionalidade vital-psíquica-existencial.
E o eu é mais um elemento produzido pelo universo vital, e tem identidade e particularidade própria.
O eu mesmo sendo um ser em si, um puro ser, é um ser dependente e interelacionado com os outros universos.
Recebe e é produzido pelos universos [natural e imanente, de poder, de potencialidades e transcendental] e passa a ser um agente fundamental do universo existencial.
Assim, o eu, a psiquê, a personalidade, os sentimentos, emoções, instintos, pulsões, libido, inconsciente e consciente são tudo causa da vitalização de do universo vital. Pois são ferramentas produzidas pelo universo vital para trabalhar em função da vida.
Na manutenção, produção e transcendentalidade da vida.
E também no aprimoramento da vida e da psiquê.
A vitalização produz no corpo o seu próprio psiquismo e racionalização, prova disto temos no reconhecimento pela vitalização de corpos estranhos quando o organismo passa a produzir anticorpos para combatê-los.
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