sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

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Comparações entre o pensamento graceliano com outros pensadores.

1- Uma física tão forte quanto à de Newton.

2- Uma astronomia tão forte quanto à de Kepler.

3- Uma cosmologia tão forte quanto à de Einstein.

4- Uma biologia tão forte quanto à de Darwin.

5- Uma psicologia tão forte quanto à de Freud.

6- Uma filosofia tão forte quanto à de Hegel.

7-  Uma lógica tão forte quanto a de Aristóteles.

8- Uma diversidade próxima de Da Vinci.

9- Uma nova química. Nova astroquímica, e nova cosmofisica.

10-Uma astronomia de previsões de como se estruturam e se desintegram as estrelas e os secundários a sua volta.

11-Pinturas – uma pintura com a denominação de coloricismo ínfimo. Pois, parte da pintura precisa de lupa para ser observada.

12- E partituras.


.
Cria e desenvolve a cosmofisica, e outros.


A metapsicologia.
A psico-existencialogia.
A psicologia craciológica. E outros.

A fenomenia graceliana, e outros.


A biologia craciológica, vitalógica, e outros.

Uma nova física, astronomia e cosmologia. E outros.

Uma nova teoria da origem dos elementos químicos.

Um cálculo matemático.


Solucionando enigmas – parte dois.

1        Sistemas estelares gasosos, são gasosos por serem jovens, de pouco tempo de formação. E iniciando o seu sistema de aglutinação pela compressão do espaço denso.
2        Até se tornarem energeticuns mais aglomerados, e dar inicio ao que se conhece por matéria e energia.

3-Nesta fase inicia-se a produção de energia, elementos leves, aglutina matéria e processa energia, interações e mais tarde é dada a iniciação dos primeiros núcleos das estrelas.

4-As estrelas, com o passar do tempo vão se desintegrar, e com o material da desintegração vai ser dado inicio a produção dos secundários.

5-Aí vai ser dado inicio ao processo cosmológico e astronômico de desintegração e reestruturação.

Os elementos e sistema atômico e produção de energia pelo sistema atômico acontece numa fase muito mais a frente da fase de aglutinação primária, do espaço denso e energeticuns.

6- o entorcimento da rotação de Vênus que produz a sua translação em sentido contrário aos outros planetas.

7- o que causa Os Fluxos da dinâmica, e órbita e produção de energia, nos saltos dos elétrons, na produção de energia pelo sistema atômico, na produção dos elementos de leves em pesados e de pesados em leves.

É a própria instabilidade e irregularidade na produção de energia.

Do sistema atômico.
No núcleo dos astros.

No carreamento dos gases dos pólos para o equador pelo magnetismo. E outros.




Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.




SOBRE O TEMPO E O ESPAÇO.


O tempo não existe como coisa em si, o que existe é o avanço do processamento da consciência, pois um fenômeno que sucede o outro faz com que temos a noção de avanço e movimento de consciência. Este é o tempo da consciência graceliano.

Porém, o tempo da intuição kantiana é outro significado de tempo.


E o movimento em si de um ponto a outro. Ou a consciência do movimento. Ou a referencia do deslocamento. Ou o envelhecimento de um ser, porém isto faz parte da natureza do processamento do ser e não do tempo.

Logo, o tempo em si não muda, não é variável como algumas teorias da física tentam determiná-lo.

Logo, o tempo não avança. E o que avança é a sucessão de fenômenos.

O tempo não varia e nem se transforma. O que varia é o movimento e a variação do avanço dos fenômenos.

Logo, o ser é uno na sua condição de ser. Pois o fenômeno e o ser só é ele naquele momento. E o que determina o ser no avanço do tempo é o avanço do processamento do fenômeno que produz o ser e a realidade.

E a realidade, o mundo, os seres, a consciência não estão no tempo, eles estão neles mesmos. Pois o tempo não existe como coisa em si.

Assim, a realidade, o ser os fenômenos não acontecem no tempo como coisa em si, pois este não existe. Mas sim, a realidade, o ser e os fenômenos acontecem no espaço e neles mesmos. Pois é o avanço deles que temos a noção de mudança e de movimento.

O espaço existe, a realidade e os fenômenos estão no espaço e possuem espaço, densidade, quantidade e forma, e variações de tamanho [espaço].

O espaço não tem nada haver com o tempo. Pois o tempo não existe como coisa em si, e o espaço existe como coisa em si.

O espaço é uma faculdade das coisas, das realidades e dos seres.

A consciência, psiquê, instintos, emoções, não tem espaço, mas tem avanço como causa do processamento da mente.


Os fenômenos possuem espaço e avançam no espaço, e nos fenômenos dentro deles mesmos. Por isto que os seres mudam de fases e estágios vitais. Pois o que mudam não é o tempo, mas eles mesmos com os seus fenômenos e suas intensidades.


A consciência está nela mesma e no funcionamento que a produz. E ela e o seu funcionamento estão no espaço.

SOBRE O CONHECIMENTO.

O conhecimento se faz por processamento, imanência, propósito metafenomênico existencial, intensidade e qualidade.

O conhecimento não ocupa espaço e nem tempo e nem se origina deles. Porém possui avanço próprio no momento que está sendo cognitivo para a mente e o ser.

O conhecimento só é conhecimento quando está numa mente. Um fenômeno que ninguém está vendo não naquele momento cognitivo.
[isto se complementa com a critica da razão transcendental graceliana].

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.

METAFENOMIA GRACELIANA – METAFÍSICA – GRACELI.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



Este trabalho não é só um tratado de metafísica, mas da razão, e ontológico, teológico, teleológico, existencial, moral, ético e da lógica.


A realidade é propósito metafenomênico existencial [pmfe].
A realidade é regida por pmfe.
A realidade é um desenvolvimento de um direcionamento de um pmfe.



A realidade se divide em pmfe.
Fenômenos regidos por pmfe.
Estruturas que se formam a partir de direcionamentos e desenvolvimentos de pmfe.



A realidade de pmfe é também –

Poder, potencialidades, universo vital.

Estruturas a partir de pmfe e seu aprimoramento.



A essência de realidade é transcendentalizar para cumprir o propósito existencial metafenomênico. E dar continuidade a perpetuação e eternização.



Assim, entramos na metafísica do propósito [finalidade] superior de realidade e existencialidade [psre].


Que rege o funcionamento da realidade e da metavitalização, da vida, da existencialidade, da racionalidade e da ordem do mundo.


Temos assim, psre,  pmfe, poder, potencial, ordem superior por trás da realidade fenomênica e da existencialidade.


As coisas acontecem segundo um direcionamento para virem a acontecerem e tornar-se realidade.


 E o próprio direcionamento é uma realidade

E é uma racionalidade metafenomênica e transcendental.



A realidade então pode ser dividida em.

1- Poder superior.

2- Metafenomenia – a que rege e estrutura toda a realidade.

E que se divide em. Psre, pmfe, propósito vital psíquico existencial, poder, potencialidade, ordem superior, direcionamento metafenomênico  e transcendental em direção a perpetuação.

3 – fenomenia – fenômenos, vitalização, vida, mente, metabolização, estruturas, física, química, transcendental no sentido temporário [de mudança] não absoluto, aprimoramento.






METAFÍSICA DA UNIVERSALIDADE.

Agentes e formas da universalidade da realidade fenomênica.

Que totaliza.

1-Finalidade – teleologia – propósito metafenomênico existencial [pmfe].

2-Origem

3-Desenvolvimento [aprimoramento] interno e transcendental.

4-Imanência. [ todo fenômeno ao surgir já trás consigo um universo metafenomênico, transcendental, poder, potencialidades e fenômenos.

5-Poder e potencialidade.

6-Causa.

7-Efeito.





A ESSÊNCIA DO SER.


O ser é a vida que está inserida no ser e o produz.

Na vida que está a transcendentalidade.

O ser é o poder.

O ser é o propósito [finalidade] metafenomênica existencial [pmfe].

O ser é a transcendentalidade regida pelo [pmfe].



METAFISICISMO.


A vital transcendentalidade surge da vital existencialidade. Nas suas origens, projeto, causa, efeito, propósito.


E O QUE DETERMINA A REALIDADE É A VITAL EXISTENCIALIDADE.


A vital existencialidade trabalha a questão natural, e da existência e metafísica da vida, da existência, do ser, da realidade, da psiquê.

1-Natureza metafísica da existencialidade.
2-Natureza vital
3-Realidade externa à vida e ao ser.

Nos alimentamos porque temos órgãos, desejos e necessidades para a função da alimentação.

Só temos estes órgãos, desejos e necessidades por causa do propósito metafenomênico da existencialidade [pmfe].

A natureza metafísica da ordem superior é um dos direcionadores da vitalização e da realidade, da razão, do ser, e da psiquê.

Não é a vitalização fenomênica que determina a realidade, mas o poder.
e que o mesmo é regido pelo propósito [pmfe].


Ou seja, o propósito [pmfe] é a raiz do poder que age sobre a realidade. E que a determina. Principalmente a realidade do universo vital.


A pmfe não está só no universo vital, mas em todo o cosmo.




O PROPÓSITO METAFENOMÊNICO SUPERIOR E A INTERAÇÃO COM O COSMO.


A realidade é como uma árvore que interage e tira os nutrientes e água da terra, tira os gases da atmosfera, usa a luz e o calor e os transformam em energia, produzindo e se mantendo por uma interação com o universo. Esta interação e processamento lento, direcionado e constante é que faz com a realidade exista, se mantenha a cresça.

Com isto vemos que há um direcionamento interno regendo o crescimento e a existência da realidade.

A realidade é única em si, mas é uma interação com o mundo em sua volta. Age sobre o mundo e o mundo age sobre ela.

A realidade não avança por um processo dialético, por opostos, em saltos para uma síntese. Mas avança e se mantém por direcionamentos internos, imanência, poderes, potencialidades anteriormente desenvolvidas, propósito [pmfe]. E a interação com o todo.


Assim, a realidade é regida por propósito metafenomênico existencial [pmfe], e que a realidade e todos os fenômenos, seres são inseridos num universo de interações, de trocas e de metabolizações.


Ou seja, o ser não é único, mas sim ele faz parte de uma universalidade de interações regidas por poderes e propósito [pmfe] e direcionamentos.



SOBRE A UNIVERSALIDADE DO PODER.

O divino é o poder sobre todas as coisas.

1- O mundo é regido por poderes.

E também regidos por poderes.

2-A realidade.
3-O ser.
4-A vida, vitalidade e universo vital.
5-A racionalidade.
6-A transcendentalidade
7-A essencialidade.
8-A potencialidade.
9-A unicidade.
10       E a multiplicidade.



O poder divino é o primeiro e absoluto.

Segundo o propósito metafenomênico existencial.

Terceiro – há um poder cósmico regendo a harmonia e ordem do cosmo.

Isto pode ser constatado através do afastamento dos secundários de seus primários, alinhamento cósmico pela ação do magnetismo, fluxos de avanços e retornos tanto no sistema quanto no sistema estelar. Processamento constante, fluxos de desintegração e reintegração no cosmo.

Quarto – o poder vital que age sobre o funcionamento, manutenção e aprimoramento da vida.

Quinto – o poder que produz a racionalidade vital e psíquica.

Sexto – o pode existencial – o ser não existe só para produzir a vida, mas sim ele produz a vida para existir.

Sétimo – o poder de interagir e tirar do cosmo a elementos e nutrientes para se manter na sua existencialidade.

Assim, o poder tem a sua universalidade como uma só realidade, mas se manisfeta de varias formas e categorias.





SOBRE O VITALISMO.

O vitalismo não é um fenomenalismo, mas sim um metafenomenalismo teleológico [ de propósito] e craciológico [ poder].

E é também um existencialismo, pois a essência da vida é existir, como um projeto de um poder e ordem superior. A existência é anterior a vida.


É craciológico – pois o poder e ordem superior que direciona, produz e projeta a vida, a razão, a existência, o ser e a realidade.

É um projeto e direcionamento metafenomênico da ordem superior.



SOBRE AS FORMAS DE CONHECIMENTO E RACIONALIDADE.

1-A razão vital.
2-A razão existencial.
3-A razão craciológica.
4-A razão da ordem superior.
5- a razão nos espíritos.

Pois os espíritos fogem da cruz. São fecundados junto com o ser, e conserva características dos ancestrais.

Logo, o espírito como a vida não morre, ele transcende através de seus descendentes.

Porem, ele é um elo que transpassa e morre, não com o corpo, mas após séculos da morte vital.

O conhecimento não está só mente.

Ou seja, o homem acha que a razão é só aquela que ele possui. Mas, outros seres, e outras categorias existenciais possuem, processam e desenvolvem a sua própria razão.


O CONHECIMENTO DAS IDÉIAS É FRUTO DO ESTÁGIO VITAL E EXISTENCIAL DE APRIMORAMENTO EM QUE A VIDA QUE PRODUZ O SER SE ENCONTRA.


Ou seja, a vitalidade racionalidade, é um ser próprio e em si, e é uma forma de realidade em si. E produz a razão que do homem.

A vitalidade tem a sua racionalidade quando a mesma direciona e organiza todo funcionamento de ribossomos, celulares, metabólicos, funcionais, de órgãos e seus aprimoramentos, de reprodução, e outros.


Assim, dentro de nos existe.
A vitalidade racional.
A existencialidade racional.
O poder e potencialidade racional.
O propósito metafenomênico existencial [pmfe] racional.



A realidade psíquica é fruto e produto do universo vital.

Nos anseios, desejos, vontades, instintos, emoções, sentimentos, depressões, euforias, felicidades são realizações do universo vital e que afloram para o homem.


E o universo vital produz o homem e sua personalidade. O seu eu e o seu eu centrado.

O universo vital está dentro do homem e o homem só é o que é o universo vital. Aonde o mesmo chegou no seu estágio de desenvolvimento. O mesmo acontece com a psiquê e a racionalidade.


Assim, o universo vital não é o outro, é o dentro de si mesmo, e se processa e se aprimora por si mesmo e para si mesmo. E para a existencialidade no seu propósito metafenomênico.

E existe anterior ao homem.

Assim, o propósito metafenomênico existencial determina a vida e seu aprimoramento, e os dois determinam o homem, com suas funções, racionalidade e psiquê.


Tudo o que o inconsciente e o consciente possa chegar e revelar o seu universo vital já chegou. E a mente vital também já chegou.


Mente vital aqui não é o cérebro, ou idéias, ou a psiquê.


Mas todo desenvolvimento de poderes, potencialidades, funcionalidades, aprimoramentos que a vitalidade já passou e transcendeu aos descendentes.

A própria transcendentalidade faz parte de um projeto e um direcionamento do universo vital. Em que o objetivo e propósito é manter e perpetuar a existencialidade da vida e do ser.



TELEOCRACIOMETAFENOMENIA.


O poder, o propósito, a metafenomenia, a existencialidade, a transcendentalidade, o ordenamento e a imanência se faz frente nesta concepção graceliana ao materialismo, idealismo, mecanicismo.


1-A realidade é poder e potencialidade de ser e de desenvolvimento.

2-A realidade é propósito [finalidade de ser e existir].

3-A realidade é metafenomenia.

4-A realidade é existencialidade [propósito metafenomenia de existencialidade].

5-A realidade é imanência.

6-É universo vital e vitalização.

7-Racionalidade de si através da vitalização.

8-Transcendentalidade, aprimoramento.

9- E ordenamento e harmonia cósmica.


A base, o alicerce estrutural da realidade não está entre a física [fenômenos] e a psicologia [racionalidade e idéias].


Mas sim, nos alicerces acima.

Ou seja, está no que não se vê, não se sente, não tem estrutura física, nem forma, nem definição.
Não é fenômeno. Mas é propósito, direcionamento, poder, ordem, harmonia, meta aprimoramento, imanência.

Ou seja, não começa nem de dentro para fora por si mesmo, e nem de fora para dentro, mas de um meta universo paralelo.

O invisível e imanente rege e direciona o mundo.

Frente ao universo das idéias, frente a materialidade e fenômenos há o fenômeno teleometacracioimanente


Assim, o mundo se transforma num mundo de propósito e poder e se aprimorando pelo propósito metafenomênico existencial e de poder [tmfec].


Não é o mundo físico ou psíquico, ou vitalístico, mas um mundo sobre e metanatural regendo a si mesmo e regendo o mundo fenomenal [físico e psíquico, e outros].


E o mundo [tmfec] é um mundo próprio que transcende para se eternizar e perpetuar-se.

Seguindo uma inteligência própria sobrenatural e de ordem superior [ver metafísica da ordem superior].

Assim, a metafenomenia vai além do psicologismo e do materialismo.


A vida não surge da matéria ou de sua evolução.

Pois, como responder a origem da vontade, da psiquê, do direcionamento, dos sentimentos e instintos, da organização fenomênica e metabólica da vida, da sua funcionalidade e estrutural através da matéria.

Ou como responder o funcionamento dos ribossomos na produção de energia para manter as células funcionando, na transcendentalidade programada através da reprodução, da renovação celular, na divisão celular, na regeneração, na brotação e na germinação.

Ou seja, há uma inteligência, um direcionamento, uma ordem, um propósito metafenomênico existencial, uma ordem e harmonia por trás da natureza vital e dos fenômenos.


Assim, o cérebro pode produzir o pensamento, mas cérebro e pensamento só existem porque há uma realidade metafenomênica existência na forma de propósito e poder [pmfec].

Onde se pode haver em todo este universo um poder superior atrás desta ordem e deste propósito.

Assim, o tempo não detém a essência da vida, pois a vida não tem tempo, ela transcende e perpetua.

Pois o homem que tem uma existência temporal e limitada, mas a vida que o produz não.

E o que detém a essência da vida é o poder, a ordem e o propósito metafenomênico existencial.

Assim, não é a matéria, nem o tempo e nem o espaço, mas sim, o que não tem tempo, nem matéria e nem espaço, nem estrutura e nem movimento, e não é um fenômeno, não é visível.

Pois é o poder, o direcionamento vital, a ordem superior, o propósito metafenomênico existencial.

Assim, há universos.

Um fenomênico – físico, químico, biológico, psíquico, estrutural, metabólico, etc], que se apresenta no mundo através da matéria, do tempo, do espaço, da estrutura, da mente e de fenômenos.

E sua essência  de ser e de apresentar-se é através de causa e efeito.


E outro que é o metafenomênico – que se apresenta na forma de poder, potencialidades, direcionamentos, ordem e harmonia, propósito existencial de ser e de transcender, imanência e transcendência.

Não se apresenta como visível.

E sua essência de ser e de apresentar-se é através de imanência, poder e transcendentalidade.

A metafenomenia rege a si própria e o universo fenomênico.

A essência da realidade não é a mudança, mas o poder, o propósito metafenomênico, a existencialidade e a transcendentalidade no sentido da perpetuação.


A transcendentalidade tem dois sentidos. Um fenomênico de mudança. E outro de perpetuação – a vida transcende para perpetuar.

O espírito não é fenomênico, mas existe como uma quarta categoria existencial.

Sendo a primeira categoria o divino.

1 – regedor e ordenador superior – divino – superior inteligência.
2 – regedor transcendental – metafenomenia – poder, potencialidades, existencialidade.
3 – fenômenos. Relacionados a materialidade, psíquico, espaço, tempo, estrutura, finitude, causa e efeito.
4- espíritos. Sem materialidade.


Deus não está na estrutura da natureza fenomênica, mas em si e no universo de poder e de propósitos.


A consciência é uma ferramenta do universo vital. A sua função principal não é trabalhar para a psiquê, mas para o universo vital.

A mente e todos os seus elementos são uma construção do universo vital e da vitalização.


A realidade é poder e propósito metafenomênico existencial.




RACIONALIDADE VITAL.

A memória e a consciência em nós não é o veiculo da duração.

Mas, sim o poder, a transcendentalidade vital [da vida] rumo a eternização. E o propósito metaexistencial e a imanência.

A memória é uma parte criada por este universo metafenomênico.

Mas, dentro da vida existem as suas próprias leis, ordens e durações. E que o ser não tem uma consciência delas. Mas elas têm uma consciência de si mesmas e um conhecimento do ser delas.

Ou seja, há um universo cognitivo dentro do ser, com consciência e racionalidades. Pois, a racionalidade não é só a que o homem tem na mente.

Assim, a vida tem a sua própria consciência. A duração da vida não está na consciência vital, mas nela mesma e no controle, direcionamento dos seus fenômenos.

Pois, não é a vitalidade, universo vital e a mente, mas também os instintos são ferramentas vitais criadas e aprimoradas pelo propósito metafenomênico e poderes.

É bom ressaltar que há um poder divino por trás do poder, propósito e natureza vital.

E há o poder vital  por trás da natureza vital.

E o propósito metafenomênico que rege o universo.

A vida não está na matéria e nem da matéria surge, a vida está na própria vida. Pois a vida é um fenômeno e a matéria outro fenômeno.

Pois, o espírito é vida sem matéria.

A matéria é a estrutura onde a vida se instala.

A vida é metafenomênica.

A psiquê é uma produção da vida, do universo vital e da vitalização.

1- A VITALIZAÇÃO É O PROCESSAMENTO E PRODUÇÃO DA VIDA.

2- O UNIVERSO VITAL É TODOS OS FENÔMENOS E METAFENÔMENOS QUE PRODUZEM, APRIMORAM, DIRECIONAM PARA A TRANSCENDENTALIDADE, SUA IMANÊNCIA, PODERES E POTENCIALIDADES, PROPÓSITOS EXISTENCIAIS. ONDE O OBJETIVO É MANTER A PERPETUAÇÃO DA VIDA.

3- A VIDA É O SER VIVO E DA ESPÉCIE.

A psiquê depende do processamento fenomênico vital.

A vida pode existir sem ser fenômeno na matéria. Que é na forma de espírito.

A vida não é só poder e potencialidade. Pois ela é a essência de si enquanto produção, e uma consequencia da existencialidade enquanto propósito metafenomênico.

Tanto é ela mesma que o ser morre, as células morrem, mas ela não, a vida transpassa a e transcende.

O fenômeno finaliza, termina, mas ela pula, salta, continua, transpassa, cria mecanismos vitais e fenomênicos para sobreviver. Transcender e perpetuar.

Temos aí, mais uma prova da racionalidade vital, pois ela cria infinitos mecanismos para manter-se viva,m para transcender e perpetuar.

Para se manter na sua existencialidade na matéria ela cria mecanismos para produções de energia nos ribossomos, etc. metabolizações biofísicas e bioquímicas, sistemas de reprodução, reconhecimentos e defesas.

Com isto, é possível falar que é uma racionalidade própria e em si, um sistema de poderes e propósitos imanentes na própria vida.

E não na matéria que serve como substrato para ela.

A MATÉRIA É O AGENTE DA MORTE, POIS OS MAIORES SERES SÃO OS QUE MENOS VIVEM.

SE FOR FEITA UMA PROPORÇÃO EM RELAÇÃO TEMPO DE VIDA E PESO DO
INDIVÍDUO.





A VIDA, O SER VIVO, O CORPO DO SER VIVO, E OS FENÔMENOS DA VIDA.


Nesta proporção, uma formiga pode existir mais de cinqüenta vezes a o tempo da vida de uma pessoa, ou elefante.

Assim, não é a estrutura que determina a existência e a vida. Ou a matéria que determina a existência da vida.

A vida com o universo vital e metafenomênico que determinam a vida, a sua existência, o tempo de vida, a essência, a intensidade, a forma pela funcionalidade, a duração de existir.

A vida e o universo vital que determina como será processado o fenômeno da matéria, onde ela está inserida.

E como funciona a produção vital na matéria.

É bom ressaltar que poder e Deus não são a mesma. Deus é o gerador do poder sobre a vida.


O divino é o absoluto supremo. Antes do próprio cosmo ele já estava ali.

A vida é uma forma de realidade que existe na matéria, e pode existir fora da matéria que é na forma de espírito.

Poder é o que a vida possui para ser racional, ordenadora, direcionadora de si, e transcendental.

A vida vende a morte. Pois a vida transcende, e o que morre é o ser.


A vida não é o ser vivo.

Não é o corpo do ser vivo.

Não é o fenômeno e funcionalidade da própria vida.

A vida é um elemento próprio da realidade.

A vida não evolui o que evolui são os funcionamentos vitais e do universo vital.

A vida é una e inalterável, porém em seus infinitos e ínfimos funcionamentos tem uma aparência de ser várias coisas e estar em evolução.

Assim, o que evolui são os funcionamentos vitais. A vida é uma e inalterável, e transcende através do ser. Para perpetuar.

A vida é uma realidade e a matéria e o ser outras. A vida se processa no ser, e ser e vida são duas realidades diferentes.

A vida se inseriu na matéria na sua essência de ser.

Os aprimoramentos das funções da vida são uma realidade, mas a essência de ser da vida é outra. E é uma na sua ínfima natureza de ser.


A vida tem a sua própria inteligência e direcionamento. E que age sobre as suas faculdades que a acompanham. Como, racionalidade, inconsciente, consciente, instintos, emoções, direcionamento, funcionalidade, metabolizações, etc.


Isto que está no ser na verdade faz parte da natureza e imanência da vida.


Há seis elementos fundamentais no universo estruturado, e que se processa como fenômeno. Mais o espírito.

Espírito,
Vida,
Vitalização,
Universo vital,
Mente,
Matéria,
Fenômenos.


A vida e o espírito são fenômenos próprios.

O espírito existe independente do corpo do ser.

A vida é própria, mas é inserida na matéria.

A mente é dependente da vida e da matéria para se processar.

A matéria existe por aglutinações de filamentos do espaço denso.


A formula para o surgimento das formas de  realidades está no poder.

Propósito metafenomênico existencial.

E o aprimoramento está na potencialidade e imanência que os elementos de realidade possuem.


A vida como realidade em si é uma realidade metafenomênica, uma, imanente, e que ao transcender aumenta em quantidade e intensidade.

Assim, a vida é uma realidade própria que usa a matéria para transcender e perpetuar.


A existência é o propósito da vida, e da existência humana.

O homem é o elo que transpassa a realidade em direção a perpetuação.

Pois, o ser – elo existencial – morre, mas a vida transpassa pelo elo.

A vida cria infinitos mecanismos para a transcendentalidade. Como, brotação e germinação, regeneração, renovação celular, sementes, divisão celular, aumento e renovação de ribossomos, reprodução, órgãos sexuais e metabolismos para a reprodução, e produção de hormônios, e órgãos específicos e semens específicos para que a reprodução e a transcendentalidade darem certo e não falhar.


COMO JÁ FOI VISTO A MATÉRIA TRABALHA CONTRA VIDA.

POIS, OS MAIORES VIVEM MENOS.

Os menores têm maior numero de filhos por cada gestação.

Os vírus, bactérias e mosquitos são em maior número, e se reproduz com maior facilidade.

A produção de energia de um pássaro pode chegar a mais de vinte vezes mais que de uma pessoa. Ser for feito a proporção peso versos produção de energia, entre pessoa e pássaro.

E nesta mesma proporção tem pássaro que vive até quinze mil anos a mais que uma pessoa adulta.

Na proporção peso e tempo de vida.



ESTATICIDADE E POTENCIALIDADE VITAL.

VIDA VERSUS A MATÉRIA.

A VIDA É UM ELEMENTO DA REALIDADE COMO É A MATÉRIA, O ESPAÇO, A MENTE, A FORMA, A LÓGICA, E OUTROS.


OU SEJA, A VIDA É UNA NA SUA ESSÊNCIA DE SER, MAS SE MULTIPLICA PELA REPRODUÇÃO, E AUMENTA O SEU POTENCIAL VITAL PARA A TRANSCENDENTALIDADE E ETERNIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA.

A VIDA CONTÉM EM SI UMA RACIONALIDADE PRÓPRIA, UM DIRECIONAMENTO PROGRAMADO, E PODERES E POTENCIALIDADES.

Assim, se ela em si é una, logo como forma de ser da realidade ela estática na sua essência de ser, porém, ela aumenta em quantidade e em potencialidade vital.


Porém, a vida tem um problema a vencer, que é a matéria.

Pois, formas de vida como os espíritos e seres com pouca matéria vivem mais que os com grandes quantidades de matéria. [ver teoria de biologia da inversão].

1        Assim, a vida tem a sua própria essência e natureza. Ela apenas está inserida na matéria para que possa perpetuar.


2-A vida não segue uma seleção natural, pois os menores são em maior número, são mais capazes, mais sexuados e reprodutores e com maior potencial de renovação celular, produção de energia pelos ribossomos, regeneração e transcendência.

3- A vida existe na sua essência de ser para continuar, aprimorar e transcender. [ou seja, há um propósito metaexistencial por trás de vida e da vitalidade].


4-A vida é uma como elemento da realidade, que independe da matéria. É um outro ser, um outro componente da realidade. Mas cria mecanismos e aprimoramentos em si mesma para continuar na sua essência de ser e transcender.

O direcionamento programado, os mecanismos vitais, as potencialidades são faculdades da própria vida. Parte é imanente e parte é desenvolvida pela própria vida.


5-A vida como elemento da realidade não evolui ELA É UNA  E INALTERÁVEL, quando na sua condição de coisa em si e componente da realidade, mas se modifica conforme as suas potencialidades, que usa estas potencialidades no ser [matéria viva]. E que estas potencialidades produzem no ser suas funções, órgãos, metabolizações, mente, energia, e vários outros fenômenos. Inclusive os aprimoramentos.

[ver teoria da biologia craciológica graceliana. Teoria da vitalização graceliana. Teoria biológica da inversão].




A ORGANIZAÇÃO DA VIDA.


As abelhas, cupins, formigas, besouros tem uma sociedade voltada para as funções vitais e sociais desenvolvidas neles mesmos. E são programados para estas funções. Inclusive os tempos de vida de cada ser.

Ou seja, isto é uma prova de que o ser vive em função da própria vida e a transcendentalidade, aprimoramento e eternização da mesma. E não em função das espécies e do ser vivo.

Isto acontece com as abelhas machos e alguns tipos de aranhas.



Assim, a vida é una     estática na sua condição de ser em si. Porem é dinâmica na sua condição de programação e direcionamento vital, de aprimoramentos e aumento de quantidade de seres  através da reprodução. E aumento de espécies através da potencialidade vital.

Assim, o que são aflorados e desenvolvidos são as potencialidades que produzem as funções vitais, as funções reprodutivas, metabólicas e morfológicas, etc.


A VIDA É UMA COISA E O SER É OUTRA COISA.

O ser é o conjunto. Poder, potencialidade, direcionamento programado, matéria, funções e aprimoramentos. Etc.

A vida é um elemento no mundo e o ser é outro elemento.




CATEGORIAS DA VIDA.

1- A vida como coisa em si, que é estável, una   inabalável, constante, intranscendente [por que não muda], e eterna.


2-A vida como poder [geradora de si]. Direciona e rege o seu destino. Porem contém em si o poder divino.

3-A vida como potencialidade. Faculdade da vida que se encontra junto da matéria [ produz o ser]. Aprimorada, instável, transcendente [por que muda] para se eternizar, instável, inconstante, e não morre.


4-A vida como direcionamento programado – ajuda a rege o desenvolvimento, funcionamento e aprimoramento da vida.

5-A vida como fenômeno – junto a matéria [forma o ser vivo], transcendente e instável. Existencial limitada e temporal [morre com o ser].

Mas transpassa para os descendentes.

6-A vida como elo transcendental da própria vida e sua imanência.

7-A vida como consequência de propósito metafenomênico existencial.


A vida não é luta e angústia, mas um universo próprio que constrói a sua própria essência de ser para manter a sua existencialidade.


O ser é um produto da vida como coisa em si.


Assim, o ser se aprimora não por uma seleção natural das espécies, mas por um universo vital, potencialidades imanentes e poderes. E direcionamento vital imanente à vida, que trabalha para a sua transcendentalidade e eternização.


RACIONALISMO VITAL.

A primazia, a origem da razão está no universo vital. Pois antes do pensamento, da consciência, do inconsciente existe a RAZÃO VITAL  e o tudo racional surge desta razão vital e universo vital.

O tudo racional é todas as formas de racionalidade. Como a lógica, a mente, a psiquê, emoções, instintos, etc.

O universo vital cognitivo produz com a sua racionalidade produz a inconsciência, a consciência e a cognição. Que estrutura o conhecimento interno e do mundo externo, como também as suas ferramentas, as emoções e sentimentos, os instintos e sentimentos.


Este universo vital cognitivo que cria todas as ferramentas e suas funções para manter a vida, a sua imanência, transcendentalidade e eternização.

Assim, o homem não só um ser metafenomênico, mas vital racional.

Os animais também possuem o seu universo vital cognitivo e instintivo. Prova disto são as abelhas, cupins e outros que vivem em sociedade e cada um com a sua função. Inclusive os machos prontos a morrer para que a sociedade e a vida transpassem o tempo e perpetuam





TEORIA BIOLÓGICA DA INVERSÃO.

TEORIA DA POTENCIALIDADE VITAL.

1- OS SERES MENORES PRODUZEM CAPACIDADES E POTENCIALIDADES MAIS ESPECÍFICAS PARA SUA SOBREVIVÊNCIA.

2- Pois, tem menos matéria e peso sobre funcionamento do seu organismo.

Numa proporção ao peso do animal pequeno em relação ao peso do homem.

Os animais pequenos têm uma vida e vitalização muito maior do que os animais maiores. Por que tem maior potencial vital e não levam sobre si o peso da matéria.

Como exemplo. Os menores têm mais tempo de vida.

Maior número de reprodução.

Maior quantidade de filhos por reprodução.

Maior locomoção.

Camuflagem.

Mimetismo.

Regeneração de membros.

Renovação celular.

Sistema de defesa e ataque maior do que os seres maiores.

Os organismos considerados mais complexos têm um menor potencial vital.

O organismo dos seres pequeno tem mais recursos do que os maiores.

3-AS CAPACIDADES VITAIS SÃO UMA CONSEQUÊNCIA DO POTENCIAL VITAL. E NÃO DE SERES COMPLEXOS.

Ou seja, uma proporção ao peso do ser, os seres menores tem maior potencial vital do que os maiores. E este potencial vital é usado pelos seres para a sobrevivência da própria vida no ser.


EXEMPLO.

Exemplo. Um homem de setenta quilos na fase adulta equivalerá a 3.500 pássaros de 20 gramas.

E se o homem vive setenta anos e o pássaro vive 5 anos.

 Logo, em relação ao peso entre os dois, o pássaro vive muito mais.

4- NESTA INVERSÃO AO PESO. TODOS OS FENÔMENOS VITAIS E FUNÇÕES DOS MENORES SERES SÃO MAIORES DO QUE OS SERES DE MAIOR PESO.


Assim, conclui-se que a quantidade de matéria sobre o corpo serve como impedimento para as potencialidades vitais venham a se desenvolver.

5- ENQUANTO OS ORGANISMOS GANHAM EM COMPLEXIDADE E TAMANHO PERDE EM FUNCIONALIDADE DO POTENCIAL VITAL.

ESTE É O PRINCÍPIO DA INVERSÃO.


Os seres menores não se reproduzem em maior quantidade por que vão servir para uma cadeia alimentar. Mas sim, a sua maior reprodução é maior porque tem maior potencial vital para a reprodução. Como também para todas as outras funções.


A natureza não se desenvolve em função de uma evolução ou de uma seleção natural, onde os seres mais fortes é que sobrevivem.

6- Mas, sim a natureza se desenvolve em função da manutenção da vida através de seu potencial vital.

E que os seres considerados mais complexos e maiores pagam o preço de seu desenvolvimento e de seu peso.

Que é matéria sobre o seu corpo e o organismo.

Ou seja, a quantidade de matéria sobre o corpo diminui o potencial vital. Pois a vida é um elemento da realidade e da natureza que está além da matéria e do corpo do organismo.


7- CONFORME O PESO O SER PERDE FUNCIONALIDADE DO POTENCIAL VITAL.



A vida é mais um elemento da realidade. E independe da matéria, pois os espíritos vivem sem a matéria.

Pois, é um elemento como a matéria, o espaço, e outros elementos.



CONCLUSÃO.


1- OS SERES E ESPÉCIES NÃO SÃO PRODUTO DE UMA EVOLUÇÃO, MAS SIM DE UMA POTENCIALIDADE VITAL INTERNA E UM PROCESSO DE PRODUÇÃO VITAL.

Pois, vemos os animais mudando de cores instantaneamente para se protegerem.

Outros, regenerando partes. Vaga-lumes e cupins produzindo luzes, enguias produzindo energia. Outros produzindo e expelindo odores. Outros produzindo espinhos sobre o corpo para se protegerem. Outros mudando de cores durante o acasalamento para a reprodução e ato sexual.

E vários outros fenômenos.

Conclusão 2.

Ou seja, o potencial de recursos produzidos pela vida é imenso e VARIA CONFORME A VONTADE, POTENCIALIDADE VITAL DE CADA SER, QUE OS DESENVOLVE PARA A SUA SOBREVIVÊNCIA E A TRANSCENDÊNCIA E PERPETUAÇÃO DA VIDA.



Conclusão 3.
E ESTA POTENCIALIDADE PERDE FUNCIONALIDADE CONFORME O SER AUMENTA DE PESO.


Conclusão 4.
OU SEJA, A MATÉRIA TRABALHA CONTRA A VIDA E SEU POTENCIAL VITAL.